Social media: gerir internamente ou contratar? Veja qual opção faz sentido para sua empresa

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Em algum momento, muitas empresas chegam a uma mesma dúvida: quem deve cuidar das redes sociais da marca?

No começo, é comum que o próprio dono assuma essa função. Depois, alguém da equipe passa a publicar quando consegue. Conforme a empresa cresce, surge a possibilidade de contratar um profissional de social media, um freelancer ou uma empresa especializada.

A dúvida parece simples, mas envolve uma decisão maior do que escolher quem vai fazer as publicações.

A empresa precisa entender qual estrutura é necessária para que sua presença digital cumpra uma função dentro do negócio. Isso envolve estratégia, conhecimento, disponibilidade, produção, acompanhamento de resultados e integração com outras ações de marketing.

Por isso, não existe um único modelo que funcione para todas as empresas. Em alguns casos, manter o trabalho internamente pode fazer sentido. Em outros, contratar um profissional externo resolve uma necessidade específica. Há também situações em que a empresa já ultrapassou o estágio em que uma única pessoa consegue cuidar de tudo.

A melhor decisão começa entendendo o que cada modelo entrega e, principalmente, o que a empresa precisa resolver.

O que faz um social media?

Social media é o profissional responsável por planejar, produzir, publicar, acompanhar e analisar a presença de uma marca nas redes sociais. Dependendo da estrutura da empresa, esse trabalho pode envolver planejamento editorial, produção de conteúdo, gestão de comunidade, análise de métricas, acompanhamento de tendências e apoio a campanhas.

Por isso, existe uma diferença importante entre contratar alguém para publicar conteúdos e contratar alguém para administrar a presença da empresa nas redes.

Na primeira situação, o foco está principalmente na execução. Na segunda, existe uma responsabilidade maior sobre decisões: o que comunicar, para quem, em quais canais, com qual objetivo e como avaliar se a comunicação está contribuindo para o negócio.

Essa diferença importa porque uma empresa pode publicar com frequência e ainda assim não ter uma estratégia de social media.

Gerir o social media internamente pode funcionar?

Pode.

Uma empresa que já possui uma equipe de marketing estruturada, conhece bem seus objetivos e tem profissionais com conhecimento suficiente para planejar e executar a operação pode manter a gestão das redes internamente.

Uma das principais vantagens desse modelo é a proximidade com o negócio. A equipe interna acompanha os produtos, os clientes, as mudanças da empresa e as decisões comerciais no dia a dia. Isso facilita o acesso às informações e pode tornar a comunicação mais conectada à realidade da organização.

Também existe maior controle sobre processos, prioridades e aprovação de conteúdo.

O problema aparece quando a gestão das redes é colocada nas mãos de alguém que já possui outras responsabilidades e precisa cuidar do social media apenas quando sobra tempo.

Nesse cenário, a empresa pode até ter uma pessoa responsável pelas redes, mas não necessariamente possui uma operação de social media.

Quais são as vantagens de ter um social media interno?

A principal vantagem é o conhecimento acumulado sobre a empresa.

Um profissional interno pode desenvolver, com o tempo, uma compreensão profunda dos produtos, serviços, clientes, processos e cultura da organização. Essa proximidade pode ajudar na construção de uma comunicação mais consistente.

Outro ponto positivo é a facilidade de integração com outras áreas. O profissional pode conversar diretamente com vendas, atendimento, produto e liderança para transformar informações internas em pautas e decisões de comunicação.

O modelo também pode funcionar bem para empresas em que social media é uma parte importante da operação de marketing e existe estrutura para manter essa função de maneira dedicada.

Nesse caso, o investimento em uma equipe interna pode fazer sentido porque a empresa possui demanda suficiente para justificar a estrutura.

Quais são os desafios de manter o social media internamente?

O principal risco é transformar o social media em uma tarefa acumulada.

Quando a mesma pessoa precisa cuidar de redes sociais, atendimento, eventos, materiais comerciais, demandas internas e outras atividades, a comunicação tende a perder espaço para as urgências do negócio.

Outro problema aparece quando existe execução, mas não existe planejamento.

A pessoa publica, responde comentários e organiza o calendário, mas não consegue dedicar tempo suficiente para analisar o que está acontecendo, revisar a estratégia e entender se a presença digital está apoiando os objetivos da empresa.

Relatórios e métricas também podem virar uma atividade burocrática. Assim, a empresa acompanha curtidas, alcance e seguidores, mas não consegue relacionar essas informações às perguntas que realmente importam para o negócio.

A questão, portanto, não é simplesmente ter alguém interno.

É ter estrutura interna suficiente para que essa pessoa consiga exercer a função de forma adequada.

Quando contratar um social media freelancer?

O freelancer pode ser uma alternativa interessante quando a empresa precisa de uma especialização específica sem montar uma estrutura interna completa.

Esse modelo pode funcionar quando existe alguém dentro da empresa responsável por fornecer informações, aprovar decisões e manter o profissional alinhado ao negócio.

Também pode ser adequado quando o escopo é relativamente definido e a empresa não precisa de várias especialidades trabalhando de maneira integrada.

Por outro lado, o modelo pode apresentar limitações quando a empresa espera que uma única pessoa resolva estratégia, planejamento, redação, design, produção, gestão de comunidade, análise e outras necessidades simultaneamente.

Antes de contratar, é importante definir exatamente o que será entregue.

A pergunta não deve ser apenas “quanto custa um social media?”.

Deve ser: “o que esse profissional será responsável por resolver dentro da minha empresa?”

Quando terceirizar a gestão de social media?

A terceirização pode fazer sentido quando a empresa já percebeu que precisa profissionalizar sua presença digital, mas não quer ou não pode montar uma equipe interna completa.

Esse modelo permite contratar uma estrutura externa para assumir parte ou toda a operação, dependendo do escopo definido.

A terceirização também pode ser interessante quando a empresa precisa reunir diferentes competências. Estratégia, conteúdo, redação, design, análise e outras especialidades podem fazer parte de uma mesma operação, em vez de depender de uma única pessoa.

Outro sinal é quando o problema deixou de ser simplesmente falta de tempo.

Se a empresa não sabe exatamente o que deveria comunicar, para quem deveria comunicar ou como sua presença digital deveria contribuir para os objetivos comerciais, contratar alguém apenas para publicar pode não resolver a questão.

Nesse caso, existe um problema anterior à execução.


Qual é a diferença entre contratar um social media e contratar uma empresa especializada?

A diferença está principalmente na estrutura e no escopo.

Um profissional pode assumir uma série de responsabilidades, mas continua sendo uma pessoa. Uma empresa especializada pode reunir diferentes competências e organizar essas funções dentro de uma operação.

Isso não significa que uma empresa especializada seja automaticamente a melhor escolha.

A decisão depende da complexidade do negócio, do orçamento, da estrutura existente, dos objetivos e do nível de envolvimento que a empresa deseja manter internamente.

O importante é não comparar apenas cargos ou fornecedores.

É preciso comparar capacidades necessárias.

Se a empresa precisa apenas de apoio operacional para publicar e acompanhar uma rotina definida, um profissional pode ser suficiente.

Se precisa construir estratégia, posicionamento, conteúdo e diferentes pontos de contato de maneira integrada, a necessidade pode ser maior do que a contratação de um social media isoladamente.


Social media interno, freelancer ou empresa especializada: qual escolher?

Não existe uma resposta universal. O modelo mais adequado depende do momento e da estrutura da empresa.

O erro está em escolher um modelo apenas porque parece mais barato ou mais simples.

Uma solução barata que não resolve o problema continua sendo um custo.


7 sinais de que sua empresa precisa terceirizar o social media

Existem alguns sinais que indicam que a empresa pode ter ultrapassado a capacidade de administrar as redes informalmente.

1. O dono ainda precisa lembrar alguém de publicar

Se a presença digital depende da memória ou da disponibilidade do proprietário, existe uma fragilidade operacional.

Marketing não deveria depender de alguém conseguir encontrar tempo entre reuniões, clientes e decisões do negócio.

2. A pessoa responsável acumula várias funções

Quando social media é apenas mais uma tarefa na lista de alguém, a execução tende a disputar espaço com atividades consideradas mais urgentes.

Com o tempo, o marketing fica para depois.

3. A empresa publica, mas não sabe o objetivo

Produzir conteúdo sem saber qual percepção, relacionamento ou ação aquele conteúdo deveria gerar dificulta qualquer avaliação da estratégia.

A frequência pode aumentar sem que a qualidade da decisão aumente junto.

4. A empresa não acompanha resultados de maneira consistente

Não basta saber quantas pessoas viram uma publicação.

É preciso definir quais indicadores fazem sentido para os objetivos daquele negócio e usar os dados para tomar decisões.

Uma equipe de social media precisa interpretar resultados, não apenas entregar relatórios.

5. A comunicação muda de direção constantemente

Uma semana a empresa quer parecer técnica. Na outra, quer seguir uma tendência. Depois, muda completamente o discurso.

Sem uma direção clara, a presença digital perde consistência.

6. A empresa precisa de mais de uma especialidade

Se o negócio precisa simultaneamente de estratégia, conteúdo, redação, design, SEO, mídia paga ou outras competências, talvez a necessidade já seja maior do que a contratação de um único social media.

7. A empresa cresceu, mas a estrutura de marketing não acompanhou

Esse talvez seja o sinal mais importante.

A estrutura que funcionava quando a empresa tinha poucos clientes pode não funcionar quando a operação cresce.

Em algum momento, o marketing deixa de ser uma tarefa que alguém consegue encaixar na agenda e passa a precisar de processos, responsabilidades e planejamento.


Quanto custa contratar um social media?

O investimento varia bastante porque “social media” pode representar serviços muito diferentes.

Um profissional contratado apenas para publicar conteúdos terá um escopo diferente de alguém responsável por planejamento, produção, gestão de comunidade, análise e estratégia.

Da mesma forma, uma empresa especializada pode oferecer uma estrutura mais ampla, envolvendo diferentes profissionais e canais.

Por isso, comparar preços sem comparar escopos pode levar a decisões equivocadas.

Antes de analisar uma proposta, verifique pelo menos:

  • quais atividades estão incluídas;
  • quem desenvolve a estratégia;
  • quem produz os conteúdos;
  • quais canais serão administrados;
  • quem acompanha os resultados;
  • quais reuniões e processos de aprovação existem;
  • quais entregas são mensais;
  • quais responsabilidades continuam com a empresa contratante.

O preço passa a fazer sentido quando está relacionado ao que será resolvido.


O maior erro é contratar alguém para fazer aquilo que a empresa ainda não sabe o que precisa

Essa é uma situação mais comum do que parece.

A empresa percebe que as redes sociais estão paradas e conclui que precisa contratar um social media.

Contrata.

O profissional pergunta quais conteúdos deve produzir.

A empresa responde que quer “mostrar mais o que fazemos”.

Começa a produção.

Depois de alguns meses, a empresa percebe que continua sem saber se a comunicação está funcionando.

O problema não estava necessariamente no profissional.

A empresa pulou uma etapa.

Antes da execução, era necessário entender o negócio, definir posicionamento, identificar prioridades, conhecer o público e estabelecer qual papel a presença digital deveria cumprir.

Uma gestão profissional de social media precisa partir de algum lugar.

E esse lugar deveria ser a estratégia.


O que uma empresa precisa definir antes de contratar um social media?

Antes de procurar um profissional ou empresa, vale responder algumas perguntas.

Qual é o objetivo da presença digital?

A empresa quer fortalecer reconhecimento, gerar oportunidades, apoiar vendas, construir autoridade, melhorar relacionamento ou cumprir mais de uma dessas funções?

Quem é o público prioritário?

Uma comunicação direcionada para todos tende a ficar genérica. É preciso entender quais públicos realmente importam para o negócio.

O que a empresa quer que o mercado associe à sua marca?

Essa pergunta ajuda a transformar conteúdo em construção de percepção.

Quais recursos a empresa já possui internamente?

Existe alguém disponível para participar das decisões? Há material para produção? A equipe comercial consegue contribuir com informações? Existe alguém responsável pelas aprovações?

O que está faltando hoje?

Talvez seja produção, estratégia, tempo. Talvez sejam competências que a empresa ainda não possui.

A resposta para essa última pergunta pode mudar completamente a decisão de contratação.


Social media não deve funcionar como uma ilha dentro do marketing

As redes sociais fazem parte da presença digital, mas não precisam carregar sozinhas a responsabilidade pelo marketing de uma empresa.

O cliente pode conhecer uma marca nas redes, pesquisar seu site, procurar informações no Google, ler um conteúdo, conversar com alguém da equipe e só depois entrar em contato.

Cada ponto de contato contribui para a percepção final.

Por isso, uma estratégia de social media precisa conversar com o posicionamento da empresa e, quando fizer sentido, com outras frentes de marketing.

Quando cada canal trabalha isoladamente, a empresa pode até produzir bastante, mas o cliente recebe mensagens desconectadas.

Quando existe direção, cada ponto de contato pode cumprir uma função diferente dentro de uma mesma estratégia.


Como saber qual estrutura sua empresa precisa?

Comece pelo problema, não pelo cargo.

Se a empresa já sabe o que precisa comunicar e possui uma estrutura interna capaz de orientar o trabalho, talvez um profissional de social media seja suficiente.

Outra possibilidade é, se existe uma demanda específica de execução, um freelancer pode resolver uma parte importante da operação.

Se a empresa precisa de estratégia, posicionamento, conteúdo e diferentes competências trabalhando de forma coordenada, uma estrutura especializada pode fazer mais sentido.

E se a empresa ainda não consegue identificar o próprio problema, talvez o primeiro passo não seja contratar ninguém.

Talvez seja fazer um diagnóstico.


A Redatora Criativa pode ajudar a entender essa estrutura

A Redatora Criativa trabalha com empresas que precisam fortalecer sua presença digital a partir de estratégia, posicionamento, conteúdo, SEO, comunicação e campanhas.

Por isso, nosso trabalho não começa pela pergunta “quantos posts precisamos fazer?”.

Começa pela empresa.

Entendemos o negócio, o momento, o público, os objetivos e a percepção que a marca precisa construir. A partir daí, definimos quais frentes de presença digital fazem sentido e como elas podem trabalhar juntas.

Em alguns projetos, isso envolve gestão de conteúdo e redes sociais. Em outros, a necessidade passa por posicionamento, SEO, site, campanhas ou uma combinação dessas frentes.

A estrutura precisa acompanhar o problema.


Sua empresa precisa de um social media ou de uma estrutura de marketing?

Essa é a pergunta que vale responder antes de contratar.

Se a sua empresa já possui clareza estratégica e precisa de alguém para executar uma operação definida, contratar um profissional pode ser suficiente.

Se existe uma demanda mais ampla, talvez seja necessário contar com uma estrutura maior.

E se você ainda não consegue identificar exatamente o que está faltando, começar pela contratação pode colocar a execução antes da estratégia.

A Redatora Criativa pode ajudar nesse diagnóstico.

Se você percebe que sua empresa cresceu, que o marketing ficou mais complexo ou que a presença digital não acompanha mais o momento do negócio, entre em contato para conversar sobre o cenário da sua empresa.

O objetivo não é simplesmente colocar alguém para cuidar das redes. É construir uma presença digital que faça sentido para o negócio.


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